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29/12/2016
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Caco Galhardo estava certo


Final de ano chegando, a rapaziada ajeitando os cúler da Brahma e repartindo o custeio do churras; a muguegada colhendo e compartilhando as simpatias do programa da Cátia Fonseca e da Sônia Abrão - nem parece um novo desfecho, mas é. Todo mundo de branco em suas casas matizadas. Afinal de contas, cada cor tem sua aplicação: "essa afasta isso, aquela evita aquilo". Em comum, erros antigos e promessas novas.

Babaquice. Desde criança, eu parei de fazer promessas; nem pedido eu fazia ao soprar a velinha. Acredite, não me arrependo em nada. Todo fim de ano é igual, uma soma de tristezas e alegrias. O que levar de tudo isso? Lições.

Eu posso passar um ano inteiro sem alegrias, mas preciso aprender algo. Se você erra muito, como eu, procure tirar algo de tudo isso. É de merda que se aduba a vida? Chico Bacon declarou: "é assim mesmo".

Vivam os pensadores errantes! Vivam os cacos da vida!
Imagem: Caco Galhardo (topo)
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